NECA

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quarta-feira, 5 de abril de 2017

MITOS E LENDAS PUBLICADO EM PORTUGAL, VOLTA A BEIRA DO RIO AMAZONAS-AMAZONIA

MITOS E LENDAS PUBLICADO EM PORTUGAL RETORNA A ORIGEM NA BEIRA DO RIO AMAZONAS

MITOS E LENDAS

“ESTORIAS DA BEIRA DO RIO AMAZONAS”



Retorna a sua essência nas beiras de rios que singram e cortam a Amazônia.
Retorna com o sabor de nossos frutos regionais, como o Cupuaçu, Acerola, Mangaba, Pupunha, Taperebá, Açai, Uxi, Piquia, Manga...

Retorna como a cor de sol do Tucupi, e o sabor do açaí, como a tremedeira na boca das folhas do jambu.


Um projeto de ousadia da poetisa tucuju NECA MACHADO que foi publicado em 02 edições em Portugal em fevereiro de 2017, em uma edição independente trazendo em suas páginas, a simplicidade das “estórias” sabiamente (re) contadas por verdadeiros PIONEIROS que contribuíram para o desenvolvimento do Amapá. Muitos deles já falecidos, como Mestre Sacaca, Dona Macica, Avhulu, Mobelino Lobato, Rato, Izabel Machado, Leolpoldina Machado, Joaquim Tiburcio Ramos, Tia Venina, Mestre Pavão, Tia Biló, filha de Mestre Julião Ramos, Crioulo Branco, Seraphio Yacinth, dentre centenas de verdadeiros homens e mulheres que deram seu suor para engrandecer um torrão, fincado nas entranhas da maior floresta do mundo, a Amazônia e banhado pelo maior Rio de agua doce do Mundo, o Rio Amazonas.

MITOS E LENDAS, ESTORIAS DA BEIRA DO RIO AMAZONAS


São “Estórias” populares que soaram como um grito de fazer valer a lembrança.
Estórias e memorias de um POVO aguerrido afrodescendente em sua maioria.
Estórias nascidas da imaginação.
Estórias perpetuadas pela emoção,
Estórias que trazem sabor de memória,
Estórias que vivem parte de uma História.
Estórias em contos e lagrimas de saudade.
Estórias embebidas de poesia,
Estórias de pura alegria,
Estórias com cheiro de mato,
Estórias como curso de rios,
Estórias com pavor e medo,
Estórias sem segredos....
Estórias vividas e inventadas,
Estórias RECONTADAS.


“MITOS E LENDAS DA AMAZONIA EM PORTUGAL
PUBLICADO EM DUAS EDIÇÕES

(CONTOS E POESIAS DA BEIRA DO RIO AMAZONAS)
REALIDADE –


2017 – PORTO-PORTUGAL
(O MELHOR DESTINO TURISTICO DA EUROPA, ELEITO EM 2017)
BIOGRAFIA
(Não permito exumação de meus restos para fazer história,FIZ HISTORIA EM VIDA, SOZINHA, E COM CORAGEM!)
                                 Neca Machado- Porto-Portugal – 02.2017

Neca Machado (Ativista Cultural, altruísta que preserva os sabores e saberes da Amazônia, através dos Mitos e Lendas da Beira do Rio Amazonas no extremo norte do Brasil, é, Administradora Geral, Artista Plástica, Bacharel em Direito Ambiental, Especialista em Educação Profissional, Escritora de Mitos da Amazônia, fotografa com mais de 100 mil fotografias diversas, premiada em 2016 com classificação na obra brasileira “Cidades em tons de Cinza”, Concurso Urbs, classificada com publicação de um poema na obra Nacional, “Sarau Brasil”, Novos Poetas de 2016, Pesquisadora da Cultura Tucuju, Contista, Cronista, Poetisa, Coautora em 10 obras lançadas em Portugal em 2016 e 2017, Licenciada Plena em Pedagogia, Gastro-Foto-Jornalista, Blogueira com 25 blogs na web, 21 no Brasil e 04 em Portugal, Quituteira e designer em crochê.)

FATO
·         Há mais de 40 anos venho coletando CONTOS no extremo norte do Brasil na fronteira com a Guiana Francesa, e SOU a realidade de um Pais que NÃO valoriza sua história, sua gente, e suas manifestações, proporcionando a corruptos e corruptores o desvio de verbas que poderiam ir para a CULTURA, e que são desviadas em benefício próprio, e percebi ao longo de minhas cinco décadas de existência o esvair de informações preciosas levadas ao tumulo por verdadeiros PIONEIROS, e muitos estrangeiros que ajudaram a desenvolver um pedaço da Amazônia, com suas contribuições em seus ofícios, como o Português de Vila Nova de Gaia em Porto- Portugal, Antônio Pereira da Costa, nascido em 1901.

·         Mas trago no sangue a alma guerreira de um povo nascido nas entranhas da mata e da maior floresta do mundo, pulmão que pulsa ao mundo.



·         NASCI E SOU AMAZONIDA. COM MUITO ORGULHO!
·         E aprendi a NÃO LAMENTAR,
·         Aprendi que determinação é virtude e caminho.
·         Aprendi que NÃO existe um DESTINO, existe um CAMINHO, e este caminho sou EU QUE TRAÇO.
·         Aprendi como ADMINISTRADORA que a vida é planejamento.
·         TENHO SONHOS, E NUNCA DESISTI DELES.
·         Encontrei MUITA GENTE MEDIOCRE no meu caminho.
UM PROJETO que já deu certo, nasceu no coração da Amazônia e DESAGUOUem Vila Nova de Gaia-PORTO-PORTUGAL, não por coincidência, mas, POR CORAGEM, de trazer a Terra de Pereira da Costa o suor, a lagrima de uma Poetisa Cabloca parida no mais longínquo recanto de uma Amazônia singular, que é SUCESSORA de uma das maiores Mulheres PIONEIRAS DO AMAPÁ.IZABEL MACHADO, não sou sua herdeira, nem herdei o seu legado, sou sua SUCESSORA, sucedi sua competência, sua coragem e sua determinação.
NASCE NO CORAÇÃO DA AMAZONIA, MITOS E LENDAS DA BEIRA DO RIO AMAZONAS.

UM EMBRIÃO DE UMA COLEÇÃO DE CONTOS E RELEITURAS, que pretendo deixar as futuras gerações como contribuição.
·         MEU PROJETO, SÃO 10 LIVROS, e vou fazer.
·         MITOS E LENDAS, nasce com 18 CONTOS
·         28 POEMAS, paridos na alma e com muita emoção.
·         Nasce com 125 páginas de um início onde VOU FAZER UM LIVRO COM 300 PAGINAS, material tenho de sobra como jornalista e escritora.



Escolhi ser Poetisa,
Escolhi viver e sentir a POESIA NA ALMA.
Escolhi ter raízes aéreas, sem medo e sem crer em obstáculos.

MEU SONHO É REALIDADE!






terça-feira, 4 de abril de 2017

POEMA FÚNEBRE- FLORES PARA VERMES...

FLORES PARA VERMES.... COMO TU ( )


BIOGRAFIA

Neca Machado (Ativista Cultural, altruísta que preserva os sabores e saberes da Amazônia, através dos Mitos e Lendas da Beira do Rio Amazonas no extremo norte do Brasil, é, Administradora Geral, Artista Plástica, Bacharel em Direito Ambiental, Especialista em Educação Profissional, Escritora de Mitos da Amazônia, fotografa com mais de 100 mil fotografias diversas, premiada em 2016 com classificação na obra brasileira “Cidades em tons de Cinza”, Concurso Urbs,  classificada com publicação de um poema na obra Nacional, “Sarau Brasil”, Novos Poetas de 2016, Pesquisadora da Cultura Tucuju, Contista, Cronista, Poetisa, Coautora em 10 obras lançadas em Portugal em 2016 e 2017, Licenciada Plena em Pedagogia, Gastro-Foto-Jornalista, Blogueira com 25 blogs na web, 21 no Brasil e 04 em Portugal, Quituteira e designer em crochê.)

POEMA FUNEBRE
(AMAPÁ-BRASIL- 04.04.2017)

FLORES PARA VERMES...

“Talvez o TEMPO que deixaste para trás, foi MAIOR
Do que o tempo que terás pela frente...”

Tuas FLORES deixarei em um portal em VIDA.
NÃO IREI AO TEU FUNERAL.
Não terás minhas lagrimas
Em tua despedida.
Deixarei aos VERMES que façam a festa
Na tua chegada.
No outro dia, serás o menu.
Não direi poemas em tua memoria,
Rasgarei as fotos que lembram de ti,
Não cantarei um hino sacro para te homenagear,
E nem direi aos teus falsos AMIGOS.
Que te conheci.

Comprarei FLORES para os VERMES (  )

Eles sim, serão os donos da Terra
E farão com teu pobre corpo, uma grande ceia,
Talvez nem seja o melhor banquete
Porque em vida ESTÁS PUTREFATA.
Amarga, egoísta e hipócrita...

MINHAS FLORES SÃO PARA VERMES
Como TU!



Que não servirão para húmus da terra
Talvez em outra REENCARNAÇÃO
Tua alma volte mais leve.




Mas,
 em vida, teu coração sabe o que mereces.
Fechaste teu olho a realidade,
Calaste, quando devias FALAR.
Guardaste teus falsos segredos
Que foram revelados.
De forma tão trágica.
Te recolheste em tua redoma de falsas verdades,
E as dores, tuas dores... há tuas dores,
Serás que as tiveste?
Nesse coração de PEDRA.
São marcas profundas de uma angustia sem igual.
Talvez não recebas em outra vida,
Outra oportunidade
De ser melhor.
Será que terás, outra VIDA?
Será que voltarás a ser outra SOMBRA?

COMPRAREI TUAS FLORES EM VIDA
E elas serão para VERMES.




COMO TU!
O TEU TEMPO SE ESVAI.
Aproveita, olha o Sol como se fosse a primeira luz de teus olhos,
Contempla o rio
Que te viu nascer
Respira profundamente o teu último suspiro
Porque o teu TEMPO, SE ESVAI.
Tua hora está tão perto de partir
E teus FALSOS AMIGOS
Não farão banquetes.
Compra uma FLOR,
Te dá um presente,
Sorve o teu ultimo gole do melhor vinho,
Porque tuas MIGALHAS,
Serão para os VERMES, COMO TU!

Talvez no teu último instante,
As flores tenham valor.

FLORES PARA VERMES, COMO TU!












segunda-feira, 3 de abril de 2017

CRONICAS URBANAS DA NECA MACHADO

CRONICAS URBANAS DA NECA MACHADO

ESTORIAS DO METRÔ EM PORTUGAL-2017

BIOGRAFIA

Neca Machado (Ativista Cultural, altruísta que preserva os sabores e saberes da Amazônia, através dos Mitos e Lendas da Beira do Rio Amazonas no extremo norte do Brasil, é, Administradora Geral, Artista Plástica, Bacharel em Direito Ambiental, Especialista em Educação Profissional, Escritora de Mitos da Amazônia, fotografa com mais de 100 mil fotografias diversas, premiada em 2016 com classificação na obra brasileira “Cidades em tons de Cinza”, Concurso Urbs,  classificada com publicação de um poema na obra Nacional, “Sarau Brasil”, Novos Poetas de 2016, Pesquisadora da Cultura Tucuju, Contista, Cronista, Poetisa, Coautora em 10 obras lançadas em Portugal em 2016 e 2017, Licenciada Plena em Pedagogia, Gastro-Foto-Jornalista, Blogueira com 25 blogs na web, 21 no Brasil e 04 em Portugal, Quituteira e designer em crochê.)


6.1 – A BELA QUE NÃO TINHA DINHEIRO PARA O METRÔ....
Na porta da estação percebi vários policiais, achei que eram policiais, pelas roupas pretas e pela maneira e seriedade ao se posicionarem à espera do veículo.
Manhã de quinta-feira, muito frio, a temperatura baixou repentinamente, uma senhora me cumprimenta e sem conhecer-me resmunga sacudindo a cabeça, “muito frio, heim! Sim,
 respondo entre um sorriso sem graça.
Quinta-feira, 23.03.2017 as pessoas em Portugal ainda têm o habito de pararem na porta de localidades onde são vendidos os jornais para lerem as manchetes, e a notícia do dia é o atentado na Europa que deixou mortos e feridos em Londres, pessoas que nem se conhecem, comentam o terror, coincidência ou não na época do aniversário do atentado em Bruxelas.
O veículo chega, entro, vou a cidade do Porto, próxima e a Senhora senta ao meu lado, puxando conversa, pergunta pelo meu sotaque que não é português de Portugal, de onde sou no Brasil, e ela de repente diz: “pegaram mais uma...” e EU sem entender, questiono: o que?
E ela: pegaram mais uma, que não tem dinheiro para pagar o bilhete do Metrô.
Moro do lado da estação do Metro
E alguém me disse: cuidado, compre seu bilhete, pague, não ande de graça, porque os fiscais podem lhe pegar, eles nem avisam quando fazem fiscalização, entram numa estação, fazem o controle, multam e vão embora...
E continuou: a multa é grande.
E olhei para a Moça que foi “multada”
BONITA, me surpreendi.
E eu disse a senhora: mas, ela é bonita, a senhora viu?
E a Mulher sorriu: mas, não tem dinheiro para pagar o bilhete.
“Sorrimos as duas da desgraça alheia. ”
Quantos não riem da gente...
E me lembrei de quantos “pobres, afrodescendentes, mendigos, que tem tantos em Portugal, são olhados “de lado” e “muitos” acham que nem tem dinheiro para pagar o bilhete.
E a BELA, com roupa boa de frio, bota nova, cachecol da moda... Nem tinha dinheiro para PAGAR o bilhete do Metro.
E vai ter dor de cabeça me disse a Senhora.
E desci pensando na crônica que escreveria,
Sou Jornalista, e não ia perder um tema tão bom.

A BELA QUE NÃO TINHA DINHEIRO PARA PAGAR O BILHETE DO METRO.

E na volta do meu compromisso na cidade do Porto, continuava a chover e aqui não tenho carro, decidi vir de taxi.
E o motorista simpático puxando conversa, resolvi contar a ele a estória do Metro..
E complementei:
Imagina você: que EU, com cara de pobre, afrodescendente, casaco simples, sem bota, no frio?
Alguém deve ter dito, essa ai, é mais uma sem dinheiro.
E eu ainda tenho um trabalho.
Na volta passei no Supermercado, e a safra de morangos em alta, trouxe logo uma caixa que AMO,
E ai: na conversa com o motorista de taxi,

Complementei:
 ainda volto de taxi, e vou comer morangos com nata...

E a BELA, de bota nova, nem tinha dinheiro para pagar o bilhete do Metro...




domingo, 2 de abril de 2017

FLORES, BELEZA E HUMUS

FLORES E VERMES.......É A VIDA... BELEZA E HUMUS

CRONICAS DA NECA MACHADO




·         O OUTRO DIA, DAS CAMELIAS E DAS TILIAS.



·         (03.2017-Porto-PT)

BIOGRAFIA

Neca Machado (Ativista Cultural, altruísta que preserva os sabores e saberes da Amazônia, através dos Mitos e Lendas da Beira do Rio Amazonas no extremo norte do Brasil, é, Administradora Geral, Artista Plástica, Bacharel em Direito Ambiental, Especialista em Educação Profissional, Escritora de Mitos da Amazônia, fotografa com mais de 100 mil fotografias diversas, premiada em 2016 com classificação na obra brasileira “Cidades em tons de Cinza”, Concurso Urbs,  classificada com publicação de um poema na obra Nacional, “Sarau Brasil”, Novos Poetas de 2016, Pesquisadora da Cultura Tucuju, Contista, Cronista, Poetisa, Coautora em 10 obras lançadas em Portugal em 2016 e 2017, Licenciada Plena em Pedagogia, Gastro-Foto-Jornalista, Blogueira com 25 blogs na web, 21 no Brasil e 04 em Portugal, Quituteira e designer em crochê.)

·         O OUTRO DIA, DAS CAMELIAS E DAS TILIAS....




A CAMELIA considerada a Flor do Inverno, chegou como o vento, sutil, leve e frio, desabrochando seu encanto em diversidades únicas e singelas. Em sua homenagem, festivais, danças, festas, exposições de fotos, até no Palácio de Cristal.
Ao seu lado a bela TILIA. Imponente e protetora.
(Para os germânicos, as tílias eram árvores sagradas com poderes mágicos que protegiam os guerreiros.)
E com a chegada do inverno o perfume impregnou a bela Praça onde a estátua em homenagem com seu imenso obelisco a guerra peninsular, não era mais a peça de importância.
 Eram as flores, Camélias e Tílias.
A Camélia soberana desde sua origem homenageando Kamel, destacava-se única e singular por entre o voo rasante dos pássaros, como a desbravarem um universo magico de encantamento com a beleza das flores.
E o belo tapete vestido de pétalas começava a crescer.
E o perfume a inebriar.
E o sorriso furtivo da Camélia tentava ofuscar a vivacidade da cor purpura da Tília.
E o vento voltou a dar o seu ar de Imperador.
O frio começou a incomodar.
As pessoas a deixarem os bancos da Praça.
Os pássaros a levantarem voos, já não tão rasantes.
E as gaivotas com seus gritos assustadores a bailarem como um balé de despedida.
“E a vida foi se esvaindo. ” Assim como o ciclo de vida dos humanos.
E as Flores perdendo suas cores.
E o tapete tomado de perfume, seduzia os vermes.
Até então invisíveis e devastadores.
E naquele momento o Soberano era o flash das fotografias.
Imortalizando cores,
Traduzindo emoções
Perpetuando momentos
E até deixando nas páginas de um LIVRO vindo de tão longe o perfume.
Um LIVRO que transpôs pontes entre Continentes para homenagear a beleza dasCamélias e Tílias, vindo com o sabor das Mares, das entranhas da maior floresta do mundo, a Amazônica.
E as Camélias e as Tílias, sucumbidas e inertes no belo tapete verde no coração da maior Praça de um Porto. Com novas cores, não tão cheia de odores, cores de cobre.
Sucumbidas ao vento frio, e elas continuarão a ser a flor do Inverno.
Transformadas em húmus para VERMES.



E perpetuadas na memória de quem as imortalizou,
De quem as amou,
De quem as colheu,
Mesmo no pensamento.
De quem as poetizou.
De quem as musicou,
De quem as transformou em peças teatrais,
De quem as levou aos filmes e festivais...



E haverá de novo, um NOVO inverno, e NOVAS safras de Camélias e Tílias, novos festivais, novas exposições, e haverá de novo, novos tapetes de flores mortas e novos húmus para novos vermes, e novos voos rasantes de novos pássaros, muitos andantes, e outros errantes.